Plataformas Elevatórias no Calor: 4 Cuidados Essenciais
Esses equipamentos garantem acesso seguro a áreas elevadas, aumentam a produtividade e reduzem riscos quando utilizados corretamente.
No entanto, fatores ambientais muitas vezes são subestimados durante a operação, e o calor excessivo é um dos mais críticos. Em períodos de altas temperaturas, tanto o equipamento quanto os operadores ficam mais suscetíveis a falhas, desgaste acelerado e acidentes.
As plataformas elevatórias são projetadas para operar em diferentes condições, mas isso não significa que o calor extremo não afete seu desempenho. Altas temperaturas podem provocar dilatação de componentes metálicos, alteração nas propriedades de fluidos hidráulicos, sobrecarga de sistemas elétricos e maior desgaste de peças móveis.
Superfícies expostas ao sol também tendem a aquecer rapidamente, criando riscos adicionais para quem opera ou realiza manutenção no equipamento.
Sistemas hidráulicos, que são o coração da maioria das plataformas elevatórias, dependem de fluidos com viscosidade adequada; quando a temperatura sobe além do ideal, o óleo hidráulico pode perder eficiência, gerar vazamentos e comprometer a precisão dos movimentos. Isso pode resultar em respostas lentas, movimentos irregulares ou até paradas inesperadas.
Funcionamento das plataformas elevatórias em ambientes quentes
As plataformas elevatórias são máquinas que ajudam as pessoas a alcançar locais altos. Elas se movem para cima e para baixo usando sistemas especiais chamados hidráulicos, elétricos ou uma combinação de ambos.
Quando está muito quente, esses sistemas podem superaquecer.
Os motores elétricos podem parar de funcionar corretamente por causa do calor excessivo, e as baterias podem descarregar mais rapidamente. Os sensores que informam à máquina a altura em que ela está ou se algo está errado também podem fornecer informações incorretas em temperaturas muito altas. Para máquinas com motores a combustível, o calor faz com que o motor aqueça ainda mais, o que pode causar a quebra ou a parada do motor.
Além da máquina em si, o operador também é parte fundamental do sistema. Em dias muito quentes, a fadiga térmica reduz a atenção, o tempo de reação e a capacidade de tomada de decisão.
Monitoramento constante da temperatura do equipamento
Muitos equipamentos contam com indicadores ou alertas de superaquecimento, que jamais devem ser ignorados. Quando esses sinais aparecem, é essencial interromper a operação e permitir que o equipamento esfrie antes de retomar o trabalho.
Esse monitoramento também inclui a verificação de ruídos incomuns, cheiro de óleo aquecido ou comportamento irregular dos comandos. Esses sinais costumam indicar que o calor já está afetando o desempenho interno da máquina e que continuar a operação pode gerar danos mais graves.
Atenção redobrada aos fluidos hidráulicos e lubrificação
O calor acelera a degradação de óleos hidráulicos e lubrificantes. Por isso, em períodos de altas temperaturas, é fundamental garantir que os fluidos estejam no nível correto e dentro das especificações recomendadas pelo fabricante. Óleo contaminado ou degradado perde sua capacidade de lubrificação e transmissão de força, aumentando o atrito interno e o risco de falhas.
proteção e bem-estar do operador
Nenhum cuidado com plataformas elevatórias no calor é completo sem considerar a saúde do operador. A exposição prolongada ao sol e às altas temperaturas pode causar desidratação, tontura, queda de pressão e perda de concentração. Garantir pausas regulares, hidratação adequada e, sempre que possível, o uso de equipamentos de proteção que minimizem a exposição ao calor é essencial.
O operador deve ser orientado a reconhecer sinais de exaustão térmica e a interromper a atividade ao menor indício de mal-estar. Um operador em boas condições físicas e mentais é tão importante para a segurança quanto um equipamento em perfeito estado.
Planejamento das operações em horários adequados
Sempre que possível, as atividades com plataformas elevatórias devem ser planejadas para horários de menor incidência solar e temperaturas mais amenas. Trabalhar no início da manhã ou no final da tarde reduz significativamente o impacto do calor tanto sobre a máquina quanto sobre o operador.
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